terça-feira, setembro 21, 2010

Videogame é coisa de criança?


Há muito tempo o videogame deixou de ser coisa de criança, claro que ainda existem títulos voltado para as crianças, mas jogos tipo: Gran Teft Auto, Silent Hill dentre outros é voltado ao público adulto. Pesquisa realizada nos EUA com 2000 americanos mostra que 37% deles possuem videogame, desses adultos 77% são casados e pelo menos 66% tem filhos. Segundo o consultor da Nielsen/NetRatings, os videogames vem se tornando verdadeiros centros domésticos de mídia, o que explica a sua popularidade. Essa é uma nova geração de adultos que cresceram com essa cultura de jogos e que gostam desse tipo de entretenimento. A industria de games já ultrapassou a de filmes e músicas movimentando bilhões por anos e muitos jogos chegam a custar mais de U$ 30 milhões. Com números tão expressivos a de se convir que videogame é um produto para família, mas vem a questão até que ponto esse produto é benéfico? O grande atrativos dos jogos eletrônicos é a capacidade de transportar o jogar dor para outro universo, mas será que essa fuga da realidade não é algo imaturo? O grande tempo gasto nessa atividade poderia ser usado de maneira mais útil se informando. Tem também o lado bom muitos jogos estimulam o raciocínio, os simuladores nos ajudam a entender o funcionamento de muitas coisas, os jogos do wii atualmente são utilizados até na fisioterapia e por ai vai. O certo é que para tudo a um limite e as tecnologias sempre tem um lado bom e um ruim.

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